Estou tão sozinho
Não tenho amigos, não tenho abrigo
Não tenho mais o teu carinho.
A família se foi,
Os amigos passaram, os amores acabaram
E o mundo me dói.
Um mundo de trevas
À minha volta se eleva
Estou tão sozinho
E sem um caminho.
Noite e dia se sucedem.
Estações passam, o tempo não pára
A grama e as árvores crescem.
Perco as esperanças
A luz não me vem, não tenho ninguém
Não sou mais que uma criança.
De meus medos eu corro
Da minha solidão, dessa imensidão
de nada, e assim,
Como um nada, eu morro.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
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Um comentário:
Outro poema fofo e que faz todo o sentido!
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